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Museu pede apoio da população para ampliar acervo genealógico

Órgão dá continuidade à campanha para digitalização de documentação antiga relacionada a Avaré

Da Redação

A proposta é conservar a memória avareense por meio do emprego da tecnologia. Para tanto, o Museu Municipal “Anita Ferreira De Maria” retoma em 2020 a campanha para digitalizar material de interesse histórico.

“Precisamos de ajuda para obter álbuns de família e documentos familiares a fim de serem reproduzidos digitalmente e conservados em nossos arquivos”, explica o diretor Gesiel Theodoro Neto.

Apoiado pela Secretaria Municipal da Cultura, o órgão dispõe de um moderno aparelho para digitalização de imagens.

“No ano passado algumas pessoas trouxeram documentos e fotos raras que enriqueceram o nosso acervo. Estamos, desde então, montando o Acervo Digital Genealógico do município”, continua o técnico, que também é professor de História.

O trabalho é facilitado por meio de parceria com a Net Infinito, empresa que disponibiliza conexão banda larga à instituição cultural.

Como colaborar

O Museu fica aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Nesse período, a equipe de plantão recebe visitantes e executa a digitalização de material de interesse histórico.

“Quem tiver certidões, carteiras, diplomas, fotografias, ceda-os apenas para o escaneamento e logo em seguida o material será devolvido. A meta é perenizar o que nos ajuda no resgate do processo da formação do nosso povo”, explica Oswaldo Moreira, da equipe do Museu.

Outra forma de cooperar é compartilhar o material para o email: museumunicipal@gmail.com. Outras informações pelo telefone (14) 9 9904-0073.

Repercussão regional

A iniciativa, já divulgada nas redes sociais, repercutiu na região. “Isso deveria ser feito em todas as cidades. Muita história se perde pela falta de colaboração das pessoas”, observou o memorialista Antônio Alves da Fonseca, de Piraju.

“Parabéns à Prefeitura de Avaré pelo cuidado com seu arquivo histórico”, anotou o historiador Adolfo Frioli, de Sorocaba. Por sua vez, o pesquisador Guilherme Godoy declarou ser seu sonho fazer o mesmo em Águas de Santa Bárbara, sua terra natal.

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