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Avareenses se despedem do memorialista Tininho Negrão

Nascido em Piraju, advogado se dedicou à função de historiador nas últimas décadas e escreveu vários livros sobre a cidade onde passou a maior parte da vida  

DA REDAÇÃO

O corpo do memorialista Joaquim Negrão, o Tininho Negrão, foi enterrado na tarde de sexta-feira, 3 de novembro, no Cemitério Municipal de Avaré. Ele tinha 92 anos e havia morrido na manhã do mesmo dia. A causa da morte não foi informada.

Pirajuense, o advogado morou a vida toda em Avaré. Ajudou a fundar a Rádio Avaré em 1948 e concorreu ao cargo de prefeito por três vezes. “Contudo, mesmo não tendo concretizado o sonho de administrar a cidade, elegeu-se vereador em 1963 e, como corretor de imóveis, colaborou na expansão urbana, abrindo vários bairros, como o Jardim São Paulo e a Vila Martins”, relata o pesquisador Gesiel Junior. 

Nas últimas décadas, se dedicou à função de historiador e memorialista, quando chegou a fundar um museu que leva seu nome. Escreveu vários livros sobre a história da cidade que adotou como sua, entre eles “Causos, causos e mais causos de Avaré”.

Deixa quatro filhos do casamento com Ábia Mazzoni Negrão: Yraíma, Nahscir, Gerson e César. Kim, também filho do casal, morreu num acidente automobilístico nos anos 90. 

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